- Tempo! Porque não parou naquele exato momento, do carinho, da alegria? Tinha que ser desse jeito? Resolveu parar logo agora, na hora da dor, da saudade e da falta que faz..."— com Maria Cecília Rocha e outras 5 pessoas.
Ariane Rocha
Próximo a Montes Claros"Hoje estamos partindo de nós, não sabemos aonde o amor se perdeu, tudo que fizemos e sonhamos, tanto amor e carinho, deixamos pelo caminho... Hoje estamos nos despedindo, com incertezas, dúvidas e saudade, nos olhamos mas os olhos, marejados pela tristeza, não conseguiram se encontrar... Não tivemos tempo para um abraço, como no primeiro encontro, não tivemos tempo para um sorriso como tantos que o tempo nos deu, o mesmo tempo que agora, diz que nosso tempo acabou. Tempo! Porque não parou naquele exato momento, do carinho, da alegria? Tinha que ser desse jeito? Resolveu parar logo agora, na hora da dor, da saudade e da falta que faz..."— com Maria Cecília Rocha e outras 5 pessoas. - Vó Julieta vai fazer falta. — com Maria Cecília Rocha e outras 4 pessoas.
Ariane Rocha compartilhou o status de Maria Cecília Rocha.
Amigos e familiares!!!- Homenagem do Epitáfio Alto Astral, Jornal Alto Astral News e Blog.
- Condolências dos parentes, familiares, amigos e admiradores da Vó Julieta.
Adeus Haydée!
E o ciclo vai se fechando lentamente, suavemente, ceifando a vida de grandes companheiros e artistas que fizeram a história do teatro mineiro. Hoje foi a vez de HAYDÉE BITTENCOURT, que faleceu e será enterrada em São Paulo, onde vive há muitos anos. Mas é sua passagem por BH e o seu legado que interessam a nós mineiros. Durante os seus 23 anos à frente do Teatro Universitário, Haydée formou gerações de grandes artistas cênicos e dirigiu grandes e importantes espetáculos em BH. Era o que literalmente se pode chamar de "mestra". Mais tristeza em nossas vidas.
Haydée revolucionou o TU
De 1961 a 1980, o Teatro Universitário (TU) da UFMG foi revolucionado por uma mulher com doses múltiplas de energia. Sob a direção artística de Haydée Bittencourt, homenageada na inauguração do curso de Artes Cênicas, o TU montou peças como O noviço, de Martins Pena, Sonho de uma noite de verão, de Shakespeare, Bodas de sangue, de Garcia Lorca e Três irmãs, de Tchecov. "Não interpretávamos. Nós vivíamos o teatro", conta a atriz.
Nascida em São Paulo, Haydée cursou a Royal Academy of Dramatic Art, em Londres, e foi professora da Escola de Arte Dramática. Como atriz, atuou em peças de teatro e TV em São Paulo e Rio de Janeiro. Ao ver inaugurado o curso de Artes Cênicas, Haydée Bittencourt disse que, finalmente, o Teatro Universitário encontrou quem o acolhesse como parte integrante da estrutura acadêmica da UFMG.
E o ciclo vai se fechando lentamente, suavemente, ceifando a vida de grandes companheiros e artistas que fizeram a história do teatro mineiro. Hoje foi a vez de HAYDÉE BITTENCOURT, que faleceu e será enterrada em São Paulo, onde vive há muitos anos. Mas é sua passagem por BH e o seu legado que interessam a nós mineiros. Durante os seus 23 anos à frente do Teatro Universitário, Haydée formou gerações de grandes artistas cênicos e dirigiu grandes e importantes espetáculos em BH. Era o que literalmente se pode chamar de "mestra". Mais tristeza em nossas vidas.
Haydée revolucionou o TU
De 1961 a 1980, o Teatro Universitário (TU) da UFMG foi revolucionado por uma mulher com doses múltiplas de energia. Sob a direção artística de Haydée Bittencourt, homenageada na inauguração do curso de Artes Cênicas, o TU montou peças como O noviço, de Martins Pena, Sonho de uma noite de verão, de Shakespeare, Bodas de sangue, de Garcia Lorca e Três irmãs, de Tchecov. "Não interpretávamos. Nós vivíamos o teatro", conta a atriz.
Nascida em São Paulo, Haydée cursou a Royal Academy of Dramatic Art, em Londres, e foi professora da Escola de Arte Dramática. Como atriz, atuou em peças de teatro e TV em São Paulo e Rio de Janeiro. Ao ver inaugurado o curso de Artes Cênicas, Haydée Bittencourt disse que, finalmente, o Teatro Universitário encontrou quem o acolhesse como parte integrante da estrutura acadêmica da UFMG.




A imprensa e as tragédias: a pauta obriga o repórter a ser o que é.


