sexta-feira, 28 de novembro de 2014
CAMPANHA DE VALORIZAÇÃO DA VIDA - O que eu quero fazer antes de morrer.
SEXTA-FEIRA, 28 DE NOVEMBRO DE 2014
Campanha "O que eu quero fazer antes de morrer" será encerrada com 8 mil balões ao céu.
A primeira edição da campanha “O que eu quero fazer antes de morrer?”, em Belo Horizonte, que movimentou a cidade e colheu mais de 8 mil desejos que foram escritos em lindas borboletas de papel coloridas, será encerrada no dia 29 de novembro (neste sábado). A partir das 11h, na Praça Tiradentes, as borboletas serão amarradas em balões e soltas ao céu, o que proporcionará um lindo espetáculo e a possibilidade do registro de belas imagens.
A campanha “O que eu quero fazer antes de morrer?” tem como objetivo levar as pessoas a refletirem sobre como estão levando a sua vida. Monitores vestidos de anjo abordam as pessoas e perguntam: “O que você quer fazer antes de morrer?”. Os participantes escrevem os seus desejos numa linda borboleta colorida. A iniciativa é do Parque Renascer, Bosque da Esperança e Funeral House, que durante todo o mês de novembro levaram “anjos” para as ruas da capital mineira. Idealizada pelo SINCEP – Sindicato dos Cemitérios e Crematórios Particulares do Brasil, a campanha foi iniciada no dia de Finados para acontecer nos Cemitérios, com as pessoas que lá foram homenagear seus entes queridos.
Até agora, mais de 8 mil pessoas já responderam e participaram da campanha. Os pedidos variam entre os materiais (comprar uma casa, trocar de carro, fazer uma viagem), sentimentais (ver meus filhos crescerem com saúde, voltar para a esposa, ficar mais tempo com minha família, ser feliz) e outros diversos desejos (ver meu time ganhar a copa, ganhar na loteria, ficar rico etc).
A campanha “O que quero fazer antes de morrer” acontece de forma lúdica e interativa. O objetivo é levar o público à dedicar alguns minutos para pensar sobre a vida que está vivendo, refletir sobre seus sonhos e a realização dos mesmos.
Significado da borboleta: além da sua suavidade e diversidade de cores, a borboleta é o símbolo da alma, pois da mesma forma que ela libera o casulo para voar, o espírito também se liberta do corpo físico para o infinito. Também está relacionada à mudança: o poder da borboleta é como o ar, é a habilidade de conhecer a mente e mudá-la, é a arte da transformação.
Tradição em promover eventos culturais: as empresas Parque Renascer, Bosque da Esperança e Funeral House são reconhecidas pelos inúmeros patrocínios a peças de teatro, lançamento de livros, exposições fotográficas e shows musicais. O projeto cultural Aqui Jazz (apresentação musical em praças públicas de BH e Contagem uma vez por mês) – completou 10 anos de realização. Também patrocinou a restauração de 24 livros, do Cemitério do Bonfim. Nestes livros estão todos os óbitos que foram realizados no cemitério municipal desde a fundação de BH.
FONTE:
Assessoria de Imprensa CRISTINA LIMA
Heberton Lopes: (31) 3077 0606 – (31) 8855 1219
Christina Lima: (31) 3274 8907 – (31) 9981 4897
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quarta-feira, 26 de novembro de 2014
domingo, 23 de novembro de 2014
SEU LUNGA: TÔ NUMA SONECA A CAMINHO DO CÉU.
SÁBADO, 22 DE NOVEMBRO DE 2014
Morre o primeiro e único "Seu Lunga", poeta e personagem cearense.
Seu Lunga tinha 87 anos e estava internado no hospital São Vicente de Paulo, em Barbalha, onde tratava de um câncer de esôfago.
De acordo com Demontier Tenório, primo em segundo grau do sucateiro, há CERCA de seis meses ele foi submetido a uma cirurgia no esôfago, mas se recuperava bem.
A missa de corpo presente deverá acontecer às 15h deste sábado, na Capela do Socorro, no Juazeiro do Norte. O sepultamento deve acontecer no Cemitério do Socorro.
Seu Lunga era um poeta, vendedor de sucata e repentista do Juazeiro do Norte, que ganhou notoriedade pelo seu temperamento forte, tornando-se um personagem do folclore nordestino. Seu apelido veio de uma vizinha que lhe chamava de Calunga, devido a sua loja. Com os passar dos anos ficou apenas Lunga.
Nascido em 18 de agosto de 1927 no município de Caririaçu, Joaquim dos Santos Rodrigues passou a infância com os pais e sete irmãos no município de Assaré. Voltou a Juazeiro do Norte aos 20 anos, em 1947, onde casou-se e teve 13 filhos - três homens e 10 mulheres.
Em entrevista às Páginas Azuis, do O POVO, em novembro de 2009, seu Lunga, como é conhecido desde “menino novo”, fez questão de negar a autoria das piadas grosseiras atribuídas a ele. Os cordelistas eram o principal alvo da mágoa de seu Lunga. “Eles ficam falando da minha pessoa, dizendo o que eu não sou”, lamenta.
Durante a conversa com a reportagem, seu Joaquim falou sobre sua devoção a Padre Cícero, distribuiu sorrisos e até recitou poesias. “Nenhuma dessas histórias (contadas nos cordéis) é verdade. É tudo inventado”, se queixou seu Lunga, na época.
Indenização
Em 2011, a Justiça acatou uma ação movida por Seu Lunga, proibindo um cordelista do Juazeiro do Norte, Abraão Bezerra Batista, de utilizar a expressão "seu Lunga" em suas publicações. O descumprimento da determinação implicaria no pagamento de uma multa diária de R$ 1.000. O cordelista, na ocasião, havia escrito dois volumes intitulados ''As Histórias de seu Lunga, o Homem mais Zangado do Mundo''.
Joaquim Santos Rodrigues entrou com o pedido de liminar na Justiça por considerar que os cordéis publicados por Abraão contribuíram para consolidar a imagem negativa de “grosseirão dotado de incomum rudez”, conforme os AUTOS do processo.
- Seu Lunga estava em sua CASA, com sede. E manda seu sobrinho lhe trazer um pouco de leite. Daí o pobre do garoto pergunta: “No copo?” “Não. Bota no chão e vem empurrando com o rodo”.
- Seu Lunga estava no mercado com uma caixa de ovos. Daí perguntaram a ele: “Comprando ovos seu Lunga?” E ele RESPONDE: “Não, jogando um por um no chão. É traque de massa”. E joga os ovos no chão.
- Seu Lunga vai saindo da farmácia, quando alguém pergunta: “Tá doente, seu Lunga”? E ele RESPONDE: “Quer dizer que se eu fosse saindo do cemitério eu tava morto?”
- O funcionário do banco veio avisar: “Seu Lunga, a promissória venceu”. E ele respondeu: “Meu filho, pra mim podia ter perdido ou empatado. Não torço por nenhuma promissória”.
- Um rapaz entrou em sua loja e disse: “Seu Lunga, tem pregos tamanho pequeno?”. E ele respondeu: “Tá aí no meio”, aponta para a caixa. E o rapaz procura, procura e não acha. Seu lunga resolve procurar e acha o prego tamanho pequeno. E o rapaz diz: “Obrigado”. E ele responde: “Nada disso. Agora você vai ter que procurar”, e devolve o prego à caixa.
FONTE: BALAIO DE FATOS
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
MAZICO FOTOGRAFA NO CÉU - Waldemar Sabino de Castro Filho
Morre Waldemar Sabino de Castro Filho, o Mazico
O Sindicato dos Jornalistas cumpre o doloroso dever de comunicar o falecimento, ocorrido hoje, do seu associado e ex-diretor Waldemar Sabino de Castro Filho. Mazico, como era conhecido pelos amigos, foi durante muitos anos repórter fotográfico da sucursal do Jornal do Brasil em Belo Horizonte. Tinha 74 anos e estava aposentado desde 1999. O enterro será neste sábado, 22/11/14, às 17h, no Cemitério Campo da Saudade, em Lagoa Santa.
Mazico nasceu em Sete Lagoas, no dia 10 de maio de 1940. Antes de se tornar fotógrafo, foi piloto da Aeronáutica. Começou na profissão como estagiário, em 1969. Como repórter fotográfico do Jornal do Brasil, cobriu a Guerra das Malvinas, em 1982. Ele morava em Vespasiano e há algum tempo estava doente, sofrendo do pulmão. É dele a foto que ilustra a notícia sobre a festa de 40 anos da formatura da turma de 1974 de Jornalismo da Fafich, publicada neste portal.
O texto abaixo foi escrito pelo jornalista José de Castro, que durante muitos anos foi chefe da Redação da Sucursal mineira do JB.
Mazico, um grande repórter fotográfico.
José de Souza Castro
Waldemar Sabino de Castro Filho, o Mazico, foi o melhor fotógrafo com quem trabalhei, em mais de 40 anos de profissão. Não era o de melhor técnica, mas o mais arrojado. Não por acaso, pilotava um velho teco-teco, que comprou no ferro-velho, recuperou trabalhando em suas horas de folga no quintal de casa, em Vespasiano. Neste avião, ia e voltava de sua pequena fazenda no Serro, onde plantou café e colheu prejuízos lá pela década de 1980.
Quando entrei como estagiário na sucursal do Jornal do Brasil em Belo Horizonte, em junho de 1972, Mazico era o fotógrafo. Quando saí, em janeiro de 1989, ele continuava lá, e ali permaneceu até mesmo depois do primeiro fechamento da sucursal, em 1993. Ele chegou a ser demitido, mas o jornal teve que readmiti-lo, pois era diretor do Sindicato dos Jornalistas e tinha imunidade. Foi trabalhar com a correspondente do JB, Roselena Nicolau, numa sala alugada, na rua Guajajaras, perto do Mercado Central e do escritório de Acílio Lara Resende, que por mais de 20 anos foi chefe dele na sucursal.
Quando a sucursal foi reaberta, em 1996, Mazico era seu fotógrafo. Só saiu do JB quando se aposentou, após o novo fechamento da sucursal, em 2002. Ele iniciou a carreira de repórter fotográfico em 1966, como frila, e dois anos depois teve sua carteira assinada pelo jornal.
Por muitas vezes, ouvi do editor de fotografia do JB elogios a Mazico. Não me surpreendi quando, entre todos os bons fotógrafos do jornal, ele foi escolhido para cobrir a Guerra das Malvinas, em abril de 1982. Ficou entusiasmadíssimo. E eu muito preocupado, por conhecê-lo bem. E fui entrevistá-lo. Ele estranhou minhas perguntas pessoais e quis saber o motivo. “Vou preparar seu necrológio”, disse, “para o caso de você morrer nessa missão”.
Na guerra morreram mais de 650 soldados argentinos e 250 britânicos. Mazico não conseguiu, em Buenos Aires, permissão para embarcar. Mas publicou muitas fotos. De tropas em treinamento ou embarcando para a guerra e, principalmente, do povo argentino em tempos difíceis.
Em Minas, foram muitos os tempos difíceis, nesses anos todos. Não me esqueço, por exemplo, das enchentes de 1979 e 1980. Mazico, o ex-cabo, tinha boas relações na Aeronáutica, da qual era um saudosista. Ele saía de casa bem cedo, em Vespasiano, e seguia direto em seu próprio carro para a Base Aérea da Pampulha, onde pegava carona num dos aviões da FAB que levavam alimentos e remédios para vítimas das enchentes. E sempre voltava com boas fotos aéreas exclusivas. Enquanto durou o drama das inundações, nossa equipe produziu textos e fotos para preencher, pelo menos, uma página do jornal, diariamente.
Havia também bons tempos, como quando a seleção brasileira treinava na Toca da Raposa, na Pampulha. Mazico cobria os treinamentos e às vezes viajava para fotografar jogos. Numa dessas viagens, o técnico Telê Santana dormiu numa poltrona do aeroporto do Galeão, enquanto esperava o próximo voo da seleção. Mazico fotografou-o de boca aberta, e a foto foi publicada pelo JB. O técnico não escondeu sua irritação. De outra vez, quem ficou irritado com nosso valente fotógrafo foi o editor de fotografia, no Rio. Ele não sabia o que fazer com uma foto de Pelé em nu frontal no vestiário do Mineirão, enviada, por telefoto, pelo Mazico, com a legenda “o rei está nu”.
De outra vez, quando o governador Newton Cardoso foi visitar a Penitenciária de Segurança Máxima de Contagem, na etapa final da construção, Mazico fotografou-o atrás das grades. Segurando-as, como se estivesse preso. Publicada com grande destaque pelo JB, a foto serviu de inspiração para a charge de Millôr Fernandes, no dia seguinte. Naquele tempo, o humorista tinha espaço na página de opinião do JB e Newton gozava de péssima fama.
Mazico não sabia redigir uma reportagem, mas suas fotos valiam por mil palavras. Seu corpo será sepultado neste sábado em Sete Lagoas, mas o espírito irrequieto do grande fotógrafo não será esquecido pelos que o conheceram.
XCXCXCX
ESSA NÃO PODERIA FICAR DE FORA:
Mazico nasceu em Sete Lagoas, no dia 10 de maio de 1940. Antes de se tornar fotógrafo, foi piloto da Aeronáutica. Começou na profissão como estagiário, em 1969. Como repórter fotográfico do Jornal do Brasil, cobriu a Guerra das Malvinas, em 1982. Ele morava em Vespasiano e há algum tempo estava doente, sofrendo do pulmão. É dele a foto que ilustra a notícia sobre a festa de 40 anos da formatura da turma de 1974 de Jornalismo da Fafich, publicada neste portal.
O texto abaixo foi escrito pelo jornalista José de Castro, que durante muitos anos foi chefe da Redação da Sucursal mineira do JB.
Mazico, um grande repórter fotográfico.
José de Souza Castro
Waldemar Sabino de Castro Filho, o Mazico, foi o melhor fotógrafo com quem trabalhei, em mais de 40 anos de profissão. Não era o de melhor técnica, mas o mais arrojado. Não por acaso, pilotava um velho teco-teco, que comprou no ferro-velho, recuperou trabalhando em suas horas de folga no quintal de casa, em Vespasiano. Neste avião, ia e voltava de sua pequena fazenda no Serro, onde plantou café e colheu prejuízos lá pela década de 1980.
Quando entrei como estagiário na sucursal do Jornal do Brasil em Belo Horizonte, em junho de 1972, Mazico era o fotógrafo. Quando saí, em janeiro de 1989, ele continuava lá, e ali permaneceu até mesmo depois do primeiro fechamento da sucursal, em 1993. Ele chegou a ser demitido, mas o jornal teve que readmiti-lo, pois era diretor do Sindicato dos Jornalistas e tinha imunidade. Foi trabalhar com a correspondente do JB, Roselena Nicolau, numa sala alugada, na rua Guajajaras, perto do Mercado Central e do escritório de Acílio Lara Resende, que por mais de 20 anos foi chefe dele na sucursal.
Quando a sucursal foi reaberta, em 1996, Mazico era seu fotógrafo. Só saiu do JB quando se aposentou, após o novo fechamento da sucursal, em 2002. Ele iniciou a carreira de repórter fotográfico em 1966, como frila, e dois anos depois teve sua carteira assinada pelo jornal.
Por muitas vezes, ouvi do editor de fotografia do JB elogios a Mazico. Não me surpreendi quando, entre todos os bons fotógrafos do jornal, ele foi escolhido para cobrir a Guerra das Malvinas, em abril de 1982. Ficou entusiasmadíssimo. E eu muito preocupado, por conhecê-lo bem. E fui entrevistá-lo. Ele estranhou minhas perguntas pessoais e quis saber o motivo. “Vou preparar seu necrológio”, disse, “para o caso de você morrer nessa missão”.
Na guerra morreram mais de 650 soldados argentinos e 250 britânicos. Mazico não conseguiu, em Buenos Aires, permissão para embarcar. Mas publicou muitas fotos. De tropas em treinamento ou embarcando para a guerra e, principalmente, do povo argentino em tempos difíceis.
Em Minas, foram muitos os tempos difíceis, nesses anos todos. Não me esqueço, por exemplo, das enchentes de 1979 e 1980. Mazico, o ex-cabo, tinha boas relações na Aeronáutica, da qual era um saudosista. Ele saía de casa bem cedo, em Vespasiano, e seguia direto em seu próprio carro para a Base Aérea da Pampulha, onde pegava carona num dos aviões da FAB que levavam alimentos e remédios para vítimas das enchentes. E sempre voltava com boas fotos aéreas exclusivas. Enquanto durou o drama das inundações, nossa equipe produziu textos e fotos para preencher, pelo menos, uma página do jornal, diariamente.
Havia também bons tempos, como quando a seleção brasileira treinava na Toca da Raposa, na Pampulha. Mazico cobria os treinamentos e às vezes viajava para fotografar jogos. Numa dessas viagens, o técnico Telê Santana dormiu numa poltrona do aeroporto do Galeão, enquanto esperava o próximo voo da seleção. Mazico fotografou-o de boca aberta, e a foto foi publicada pelo JB. O técnico não escondeu sua irritação. De outra vez, quem ficou irritado com nosso valente fotógrafo foi o editor de fotografia, no Rio. Ele não sabia o que fazer com uma foto de Pelé em nu frontal no vestiário do Mineirão, enviada, por telefoto, pelo Mazico, com a legenda “o rei está nu”.
De outra vez, quando o governador Newton Cardoso foi visitar a Penitenciária de Segurança Máxima de Contagem, na etapa final da construção, Mazico fotografou-o atrás das grades. Segurando-as, como se estivesse preso. Publicada com grande destaque pelo JB, a foto serviu de inspiração para a charge de Millôr Fernandes, no dia seguinte. Naquele tempo, o humorista tinha espaço na página de opinião do JB e Newton gozava de péssima fama.
Mazico não sabia redigir uma reportagem, mas suas fotos valiam por mil palavras. Seu corpo será sepultado neste sábado em Sete Lagoas, mas o espírito irrequieto do grande fotógrafo não será esquecido pelos que o conheceram.
XCXCXCX
ESSA NÃO PODERIA FICAR DE FORA:
- José Alves Causos do Mazico: certa vez, viajando pela região do Alto Paranaíba : Mazico, o motorista Jose Evangelista e eu, quando a gasolina da rural acaba. Mazico não se deu por vencido, numa estrada de terra, longe de posto de combustível, esperou o primeiro carro que passasse e deu sinal para parar. Era uma senhora. Ele muito cortês pediu a ela um pouco de gasolina. A Senhora também muito gentil, se fez pronto a atender o pedido, porém, disse que não possuía uma mangueira e um galão para a retirada da gasolina. Mazico na sua loucura foi ate à rural, buscou uma mangueira, pegou a bolsa da mulher, esvaziou a sobre o banco e com uma forte chupada na mangueira encheu a bolsa de gasolina e colocou no tanque da rural. Depois de perguntar quanto teria que pagar, o que a mulher se recusou, disse a ela: não se preocupe minha senhora daqui à pouco a gasolina seca e o cheiro na bolsa desaparece.
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
CAMPANHA DE VALORIZAÇÃO DA VIDA MOVIMENTA BH
Campanha de valorização da vida movimenta BH
“O que eu quero fazer antes de Morrer?”
Em duas semanas mais de 5 mil pessoas já participaram da campanha
Idealizada pelo SINCEP – Sindicato dos Cemitérios e Crematórios Particulares do Brasil, a campanha foi iniciada no dia de Finados para acontecer nos Cemitérios, com as pessoas que lá foram homenagear seus entes queridos.
Aqui em Belo Horizonte a campanha foi ampliada e, além de ter sido realizada nos cemitérios Parque Renascer e Bosque da Esperança e na casa de velórios Funeral House, ela acontece até o final de novembro em vários pontos da cidade.
Até agora, cerca de 5 mil pessoas já responderam e participaram da campanha. Os pedidos variam entre os materiais (comprar uma casa, trocar de carro, fazer uma viagem), sentimentais (ver meus filhos crescerem com saúde, voltar para a esposa, ficar mais tempo com minha família, ser feliz) e outros diversos desejos (ver meu time ganhar a copa, ganhar na loteria, ficar rico etc).
A campanha “O que quero fazer antes de morrer” acontece de forma lúdica e interativa. O objetivo é levar o público à dedicar alguns minutos para pensar sobre a vida que está vivendo, refletir sobre seus sonhos e a realização dos mesmos.
Monitores vestidos de anjo abordam as pessoas e perguntam: “O que você quer fazer antes de morrer?”. Os participantes escrevem os seus desejos numa linda borboleta colorida. No dia 29 de novembro, às 11h, na Praça Tiradentes, todas as borboletas com os pedidos serão amarradas por fitinhas em balões a gás e serão soltas ao céu, proporcionando uma linda imagem.
Significado da borboleta: além da sua suavidade e diversidade de cores, a borboleta é o símbolo da alma, pois da mesma forma que ela libera o casulo para voar, o espírito também se liberta do corpo físico para o infinito. Também está relacionada à mudança: o poder da borboleta é como o ar, é a habilidade de conhecer a mente e mudá-la, é a arte da transformação.
Tradição em promover eventos culturais: as empresas Parque Renascer, Bosque da Esperança e Funeral House são reconhecidas pelos inúmeros patrocínios a peças de teatro, lançamento de livros, exposições fotográficas e shows musicais. O projeto cultural Aqui Jazz (apresentação musical em praças públicas de BH e Contagem uma vez por mês) – completou 10 anos de realização. Também patrocinou a restauração de 24 livros, do Cemitério do Bonfim. Nestes livros estão todos os óbitos que foram realizados no cemitério municipal desde a fundação de BH.
FONTE:
Assessoria de Imprensa:
Christina Lima: (31) 3274 8907 - (31) 9981 4897
Heberton Lopes: (31) 3077 0606 - (31) 8855 1219
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
FUNERAL PLANEJADO - JAPONESES "TESTAM CAIXÕES"
Nova mania: japoneses 'testam' caixões e planejam seu próprio funeral em Tóquio
Imagem 1/11: Yoshiya Yoshimura posa para foto dentro de um caixão durante um evento realizado por uma empresa em Tóquio. A nova tendência no Japão é deixar tudo pronto para o dia em que a vida chega ao fim. Empresas fornecem desde consultoria para o discurso de despedida até a venda do caixão, que pode ser testado por quem vai ocupá-lo no futuro. Com uma população que deve encolher em cerca de 30 milhões de pessoas nos próximos 50 anos, devido ao grande número de idosos, o mercado de rituais para a vida após a morte está bastante aquecido no Japão Toru Hanai/ Reuters
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
EPITÁFIO DE CADA UM - ESCOLHA O SEU.
QUAL A SUA PROFISSÃO? QUAL SUA CRENÇA? QUAL O SEU VÍCIO? QUAL SUA PREFERÊNCIA?
ESPÍRITA
Volto já.
INTERNAUTA
AGRÔNOMO
Favor regar o solo com Neguvon. Evita Vermes.
ALCOÓLATRA
Enfim, sóbrio.
ARQUEÓLOGO
Enfim, fóssil.
ASSISTENTE SOCIAL
Alguém aí, me ajude!
BROTHER
Fui.
CARTUNISTA
Partiu sem deixar traços.
DELEGADO
Tá olhando o quê? Circulando, circulando...
ECOLOGISTA
Entrei em extinção.
ENÓLOGO
Cadáver envelhecido em caixão de carvalho, aroma Formol e after tasting que denota presença de Microorganismos diversos.
FUNCIONÁRIO PÚBLICO
É no túmulo ao lado.
GARANHÃO
Rígido, como sempre.
GAY
Virei purpurina.
HERÓI
Corri para o lado errado.
HIPOCONDRÍACO
Eu não disse que estava doente?!?!
Isto não tem a menor graça.
JANGADEIRO DIABÉTICO
Foi doce morrer no mar.
JUDEU
O que vocês estão fazendo aqui? Quem está tomando Conta do lojinha?
PESSIMISTA
Aposto que está fazendo o maior frio no inferno.
PSICANALISTA
A eternidade não passa de um complexo de superioridade mal resolvido.
SANITARISTA
Sujou!!!
SEX SYMBOL
Agora, só a terra vai comer.
VICIADO
Enfim, pó!
e para fechar com chave de ouro, afinal de contas não poderia faltar, por incrível que pareça, graças à Deus eles tbm morrem
O
ADVOGADO
Disseram que morri.... mas vou recorrer!!!
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